ONDE ESTARÁS?
As noites se repetem e eu, ainda,
Procuro um bom lugar para fugir
Da solidão, que teima em prosseguir,
Dessa monotonia, que não finda.
Esse tédio só cura a tua vinda.
Como ti, ninguém vai me ver sorrir.
Lembro do dia em que, ao te descobrir,
Notei como a paixão era, assim, linda.
Das palavras que ouvi, do teu conforto,
Pois eu me achava triste àquelas horas,
Mais do que agora, creio, veio da alma
Um claro amor, de fato, e a não ser morto,
Todo o tempo, aguardar-te-ei com calma.
Preciso te rever... Por que demoras?
João Soares Alves
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